3D: Dolby X Real D

Por Marcelo Lima e Natalí Alencar (Redatores da revista Exibidor, publicação trimestral da Tonks)
Duas tecnologias brigam pela liderança do cinema tridimensional no Brasil. Conheça como funciona cada uma delas.
Quem imaginou que o cinema 3D se tornariaum sucesso duradouro? Pois é, hoje, ele já é realidade consolidada para muitos exibidores e outros já estão procurando informações no mercado para oferecer mais esse serviço.
Mas, o que poucos sabem é que antes de chegar à telona, o 3D já foi utilizado em diversas áreas: na indústria petrolífera, na medicina e na arquitetura.
Já no final do século XIX foram feitos experimentos com fotos em 3D e as primeiras experiências cinematográficas puderam ser vistas a partir de 1910. Entre a década de 50 e 60, muitos filmes foram produzidos com essa tecnologia. Na época, os óculos com papelão e celofane e a precariedade da técnica empregada não trouxeram grande êxito.
O fator decisivo para seu sucesso no cinema foi a experiência polarizada e os óculos da pioneira RealD no lançamento do filme “O galinho Chicken Little” em 2005. Na época, o "know how" adquirido em outros setores pela empresa, como na perfuração de poços de petróleo e na visualização de plantas e mapas com relevo, foi determinante para garantir o sucesso do filme e do 3D.
Foi assim que a RealD se tornou líder no mercado mundial. A Dolby, ainda que iniciando tardiamente, conseguiu abocanhar uma fatia expressiva.
Muitos esperavam que a revolução digital alavancaria o 3D, mas na verdade, foi justamente o oposto. Com a força que o 3D tomou, os exibidores se viram forçados a evoluir para a convergência digital.
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BIBLIOGRAFIA DO BLOG

PRINCIPAIS FONTES DE PESQUISA

1. Arquivos institucionais e privados

Bibliotecas da Cinemateca Brasileira, FAAP - Fundação Armando Alvares Penteado e Faculdade de Arquitetura e Urbanismo - Mackenzie.

2. Principais publicações

Acervo digital dos jornais Correio de São Paulo, Correio Paulistano, O Estado de S.Paulo e Folha de S.Paulo.

Acervo digital dos periódicos A Cigarra, Cine-Reporter e Cinearte.

Site Arquivo Histórico de São Paulo - Inventário dos Espaços de Sociabilidade Cinematográfica na Cidade de São Paulo: 1895-1929, de José Inácio de Melo Souza.

Periódico Acrópole (1938 a 1971)

Livro Salões, Circos e Cinemas de São Paulo, de Vicente de Paula Araújo - Ed. Perspectiva - 1981

Livro Salas de Cinema em São Paulo, de Inimá Simões - PW/Secretaria Municipal de Cultura/Secretaria de Estado da Cultura - 1990

FONTES DE IMAGEM

Periódico Acrópole - Fotógrafos: José Moscardi, Leon Liberman, P. C. Scheier e Zanella.

Acervos particulares de Luiz Carlos Pereira da Silva, Caio Quintino e Ivani Cury.

PRINCIPAIS COLABORADORES

Luiz Carlos Pereira da Silva e João Luiz Vieira.

OUTRAS FONTES: INDICADAS NAS POSTAGENS.